Fui entrevistada pela Caishnah do site Shescrafty, podem ler o artigo completo aqui! É tão bom também ser a entrevistada :-)
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Crafter of the Week
Fui entrevistada pela Caishnah do site Shescrafty, podem ler o artigo completo aqui! É tão bom também ser a entrevistada :-)
terça-feira, janeiro 15, 2008
♥ Moo MiniCards ♥
Encomendei um novo conjunto de Moo MiniCards e já chegaram hoje :-) e juntamente também me enviaram um livrinho grátis de autocolantes!
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Na página principal do Etsy...
Muito obrigada, HarmonyWear :-)
E, graças a isso também, hoje cheguei ás 1000 pessoas que me têm nos favoritos!
Máquinas de costura
Esta é a Singer de 1913 que foi passando de geração em geração na família e agora é minha! Pode não ter muitas das funcionalidades das mais modernas, mas funciona perfeitamente e com ela costuro tudo o que quero :-)
Descoberta
Aqui há uns tempos descobri a loja da Gisela Borges (Oxhillcrafts), cujos originais colares feitos com tubos me chamaram a atenção. Não resisti a comprar-lhe um e aqui está ele já em minha casa:
Podem saber mais sobre o trabalho dela aqui e aqui.
Apresentando outros artistas: Marta Figueroa
Esta semana tenho o prazer de vos apresentar a artista Marta Figueroa (mais conhecida por Catrela), arquitecta do Porto, cujos minuciosos trabalhos em origami maravilham qualquer um.
- Como surgiu o teu interesse pelo origami?
Já vem de há muito e foi crescendo com o tempo. Em pequena fazia algumas dobragens que muitos miúdos fazem: barcos, "quantos-queres", copos e chapéus. Uma vez, uma amiga da minha tia ensinou-me a fazer um sapo que saltava e como era um modelo que os outros miúdos não conheciam, fazia sensação. Lembro-me de o ensinar numa aula de Trabalhos Manuais... Comecei nisto mais a sério a partir do momento em que passei a ter acesso à internet e a livros de origami.
- Qual a origem do teu nickname?
Eu gosto muito da Renault 4L. Catrela vem daí, é um aportuguesamento de "quatre elle". Comecei por usar o nome para endereços de email, e acabou por ser uma escolha inevitável quando chegou a hora de dar um nome ao meu blog.
- De onde vem a tua inspiração?
Acho que tudo acaba por ter origem em qualquer coisa que vi ou que experimentei, há muito ou há pouco tempo. Há também coisas que surgem da simples manipulação dos materiais, de experiências, do instinto...
- Qual o material com que preferes trabalhar?
Papel! Também trabalho com outros materiais, noutros trabalhos que não são origami. Gosto de reciclar, usar materiais que já pertenceram a outros objectos... e isto também se aplica ao papel. Como exemplo, dos papéis de embrulho dos presentes deste Natal, cortei quadradinhos para usar nos origamis.
- És tu que inventas os origamis que fazes, ou segues padrões?
Já criei uns modelos, mas acho que não saíram lá grande coisa. É uma coisa à qual nunca me dediquei a sério. Normalmente, sigo os diagramas de livros e também os que encontro na internet. Também aprendo com outras pessoas, em workshops e nos encontros do Clube de Origami do Porto, que "fundei" com alguns amigos.
- Dedicas muito tempo às tuas criações? Como é a tua rotina diária?
Há quase sempre um pouco de origami no meu dia. Uns dias mais do que outros. Costumo trazer papel na carteira e aproveito alguns momentos de espera para dobrar papel. Já dobrei muito nas minhas viagens nos transportes públicos...
Alguns dos seus trabalhos estão à venda nas lojas Maria Vai Com As Outras e Gesto (Porto), Criarte (Vila Nova de Gaia), Verdesperto (Aveiro), Micas (São João da Madeira) e em algumas feiras de artesanato que vão acontecendo. Podem ver mais exemplos do seu trabalho no seu album Flickr e no seu blog.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Tesouros do Etsy
Obrigada, Mollyjey!
E eu criei este com peças verdes e amarelas:
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Apresentando outros artistas: Kitty Mitchell
A artista que vos apresento esta semana chama-se Kitty Mitchell, tem 32 anos e vive em Lawrence, no estado do Kansas (E.U.A.). Costumava trabalhar como gerente de departamento de uma empresa de produtos promocionais, mas abandonou esse emprego para participar num festival de marionetas para adultos, que teve bastante sucesso. Assim, decidiu dedicar-se a tempo inteiro a esta actividade e agora continua a trabalhar com marionetas, é actriz, cantora e tricota.
- Qual a origem do nome da tua loja?
O nome da minha loja vem do meu próprio nome: Kit (Kitty) Mit (Mitchell). Só depois de já vender as minhas peças há uns tempos é que alguém me chamaram à atenção que era apropriado, dado eu vender luvas ("mits", em inglês). Uma noite, enquanto bebia o que talvez fosse um copo ou dois a mais de vinho, eu e uns amigos decidimos pegar nas primeiras três letras dos nossos nomes mais as primeiras três letras dos nossos apelidos, junta-las e pronuncia-las como se fosse uma palavra só. Depois, criámos uma personagem para esse novo nome, que se inseria numa história imaginária. Nessa noite eu fui a KitMit, uma marota, mas bem intencionada criatura dos bosques. O nosso rei era o Frador (Frank D.), a Sarcla (Sarah C.) era a sua lacaia fiel e por aí fora.
- Como surgiu o teu interesse pelo artesanato?
A minha mãe ensinou-me a tricotar quando eu era muito nova e eu comecei a fazer um cachecol para o meu pai, no qual trabalhava um bocadinho todos os dias, mas nunca mais acabava. A minha mãe, por sua vez, fez-me umas quantas camisolas e um poncho com diferentes tipos de lã que, quando era lavado, encolhia de várias maneiras até que se tornou no mais engraçado cobertor sem forma. Isso foi uma lição que eu aprendi e uso agora: nunca misturar vários tipos de lã! Também tiveram a tentativa falhada de me por a fazer renda quando eu era adolescente. Uma nota para os adolescentes: não tentem fazer renda, são demasiado jovens para conseguir fazer bem esses bordados.
Não utilizei este conhecimento que tinha até há uns anos atrás, quando decidi explorar a internet e recomeçar esta actividade. Andava a participar numa produção de teatro infantil do Diário de Anne Frank e precisava de algo com que me entreter em viagem. E sempre adorei fazer coisas, tudo! Adorava fazer um circuito eléctrico, mas para isso teria de investir numa máquina de soldar ferro.
- Como é que te lembraste de criar este padrão original de luvas? Onde vais buscar inspiração para as tuas peças?
Normalmente inspiro-me em coisas pequenas. Formas e cores. Estava em digressão e queria fazer umas perneiras para usar nos hotéis, onde normalmente está muito frio. Cheguei ao fim e precisava de fazer alguma espécie de remate e lembrei-me do meu filme preferido quando era pequena: Xanadu. Isso mesmo, o clássico musical de 1980 com a Olivia Newton John, Michael Beck e o intemporal Gene Kelly. Era uma desafiadora história de amor sobre musas em patins ao som da música da Electric Light Orchestra. Foi, infelizmente, um fracasso, mas agora faz sucesso como musical da Broadway!
No filme há uma cena com modelos a posar para a capa de um álbum e uma das senhoras usa um top com três tubos enrolados à volta das partes mais íntimas. Tentei encontrar uma foto, mas não consegui. De qualquer das formas, esta imagem ficou-me na cabeça e decidi arranjar maneira de incorporar este top com três tubos como remate das minhas perneiras. Passado um tempo, fiz luvas para condizer com elas e poof!, estava criado o meu negócio!
- Qual é o teu material favorito para trabalhares?
ADORO lãs delicadas! Temos uma adorável loja de lãs aqui em Lawrence chamada Yarn Barn e eu fico em pulgas só de lá entrar. Neste momento ando a cobiçar uma bela lã de bambu e quero fazer um par de luvas com uma lã preta e castanha clara. O problema é que as lãs boas não se seguram bem. A estrutura deste padrão precisa de algo bastante substancial e que se segure bem, portanto, tendo a usar lã acrílica macia. Para um uso diário, é a única maneira possível. Desta maneira, as peças também podem ser facilmente lavadas.
- A loja ocupa grande parte do teu tempo livre? Como é a tua rotina diária?
Acordo, tricoto até me fartar, volto para a cama. Não tenho tido praticamente nenhuma vida social desde Setembro. Trabalho alguns turnos num café para ocupar o tempo livre quando tenho menos trabalho, mas até esses são cada vez mais raros. Na minha casa parece que dei uma chávena de café a uma criança de três anos e a pus a brincar com todos os fios, lãs e tecidos do mundo. Não sei quando é que vou voltar a ter uma vida :)
A Kitty ainda não tem um site só seu (embora esteja nos seus planos para 2008 criar um), mas podem encontrar as suas criações à venda na sua loja Etsy. Também tem as suas luvas à venda na Red Tree Gallery em Cincinnati, no estado do Ohio.
terça-feira, janeiro 01, 2008
Bolsinhas para mim
E um estojo para levar para as aulas, todo feito de fechos coloridos:
Já só me falta fazer mais uma bolsinha (desta feita para os óculos de sol) e assim andarei com vários exemplos do meu trabalho sempre na carteira :-)
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